Os policiais acreditam que o volume foi atirado de madrugada, por cima do muro de cinco metros que separa a carceragem do lado externo. Nos fundos, a altura do muro é ainda menor, de cerca de 2,5 m.
Diante da situação, a Polícia Civil teme uma rebelião, já que diversas famílias aguardavam do lado de fora da 9ª SDP para o dia de visitas. Atualmente, a carceragem abriga 350 presos em um local com capacidade para 80.
No último dia 15 de março, houve uma rebelião que durou 13h e deixou a cadeia inteira completamente destruída. Desde então, a cadeia segue em sem reformas – não há portas, nem batentes, e as paredes de concreto estão detonadas. A juíza da Vara de Execuções Penais (VEP) de Maringá, Jane dos Santos Rodrigues, bem com o Governo do Estado, sinalizaram com liberação de verba para a reforma do prédio, que não foi feita por falta de condições. Isso porque a Polícia Civil precisaria desocupar a ala masculina por um período de 10 a 15 dias para a execução dos reparos, mas não há onde colocar os detentos.
Em abril, a Polícia Civil flagrou presos escavando um túnel em uma cela e frustrou uma tentativa de fuga no minipresídio.fonte odiario.

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