REPORTER PAULO CESAR
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
SUSPEITO ABUSOU VARIOS MENINOS DURANTE O TEMPO QUE SAIU DA CADEIA
A Polícia Civil de Maringá já formalizou quatro denúncias de estupro e aliciamento sexual contra o ex-presidiário Nilson Cristiano Martins Rios, 48 anos, detido e agredido por populares, dia 31 passado, no Parque Residencial Tuiuti. Outras três vítimas, já identificadas através das agendas encontradas na casa do suspeito, deverão ser ouvidas nesta sexta-feira (8) e no decorrer da próxima semana. A polícia informou que o inquérito será concluído na próxima quinta-feira (14), mas frisou que as investigações prosseguirão para tentar identificar outras possíveis vítimas, entre elas, três garotos cujos nomes constam em meio aos papeis apreendidos.Das quatro vítimas ouvidas – com idades entre 11 e 13 anos -, três delas acusaram Rios de ameaçá-las com um canivete nas vezes em que se recusavam a manter relações sexuais. Os meninos também confirmaram as anotações que o suspeito fazia em suas agendas, relatando quantas vezes mantinha relações sexuais com cada garoto. Apenas um menino de 13 anos relatou ter sido abusado mais de 20 vezes. Outros dois, de 12 anos, contaram ter sofrido 12 abusos cada um. Os crimes, segundo eles, ocorreram nos últimos três meses.A polícia suspeita que o número de vítimas pode ser bem maior, uma vez que Rios – que cumpriu 12 anos de reclusão por estupro - foi colocado em liberdade em março passado. Antes, porém, permaneceu recolhido um ano e quatro meses na Colônia Penal Industrial de Maringá (CPIM), de onde saía para trabalhar durante o dia.O material apreendido pela polícia, chamou a atenção uma bíblia que pertencia ao suspeito. Em uma parte da bíblia, a polícia encontrou uma frase grifada em Corintios, capítulo 12 – versículo 13. "Quando eu era criança falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Agora que sou adulto, parei de agir como criança". Em outro documento, encaminhado por ele, ainda na prisão, para uma religiosa que presta ajuda espiritual em presídios, Rios diz estar feliz por estar vivo e por ter conhecido um pouco a palavra de Deus.
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